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SADC CRIA COMITÉ DE SEGUIMENTO DA CRISE POLÍTICA NO LESOTHO

  • 30 de jun. de 2016
  • 2 min de leitura

Os membros da Troika da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), órgão presidido por Moçambique, e da dupla troika, decidiram, recentemente em Gaberone, durante a uma cimeira da dupla troika, criar um comité de seguimento da situação política no Lesotho.

No encontro, que contou com a participação do Chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, foi também discutido o orçamento deste comité, que vai integrar representantes dos seis países membros destes dois órgãos.

A reunião foi produtiva e estamos a conseguir resultados. O Lesotho está também satisfeito sobre aquilo que estamos a fazer, disse Nyusi, numa comunicação a imprensa, momentos após desembarcar no aeroporto internacional de Maputo.

O Chefe de Estado explicou que a cimeira surge no contexto da anterior, realizada em Janeiro último, na qual foram deixadas recomendações na base do relatório da comissão de inquérito criada pela dupla Troika, para averiguar as circunstâncias da morte, em 2015, do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do país, brigadeiro Maarparankoe Mahao Outras recomendações, segundo Nyusi, tinham a ver com a necessidade de implementação, pelo Lesotho, de uma série de reformas, entre as quais de âmbito constitucional, no sector público, defesa e segurança, Mídia.

Havia um roteiro que deveria ser seguido na implementação das recomendações para que se tornasse fácil de controlar e tinha que se apresentar o relatório do progresso, disse o estadista.

Embora se tenha constatado haver progressos na implementação das recomendações, segundo o Presidente, notou-se uma certa lentidão, pelo que foi recomendado, na cimeira desta terça-feira, recomenda ao Lesotho imprimir uma maior celeridade.

O Lesotho comunicou que na área das reformas constitucionais já está a envolver o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, revelou Nyusi, para quem também há alguns esforços também na área de investigação criminal.

Com excepção da Tanzânia, que foi representado pelo respectivo Primeiro-Ministro os outros cinco países que fazem parte dos dois órgãos, fizeram-se representar ao mais alto nível, pelos chefes de estado e governo.


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